Coronavac: a vacina chinesa é a mais segura até o momento

Coronavac: a vacina chinesa é a mais segura até o momento? Dentro de diversos testes de vacinais por todo mundo ao acordo de dar um fim ao novo vírus que circula por nossa população as promessas da nova vacina produzida pela china e Butantan causa certo desconforto e desconfiança da população Brasileira.

O governo de São Paulo divulgou no dia 19 de outubro o resultado de testes intensificados feito no Brasil da vacina Coronavac a vacina chinesa que está sendo desenvolvida com a empresa chinesa sinovac que assinou parceria de reprodução e teste com a Butantan. Conforme Dimas que e diretor da Butantan a vacina apresentou ser segura em teste realizados porém ainda existe alguns mais teste a ser feito sobre a eficácia com a proteção contra o vírus corona.

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A imunologista Cristina Bonorino, professora da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre, fala que em geral uma vacina deve ter uma taxa de sucesso de 70% ou superior, o que significa que pode proteger sete em cada dez pessoas que a tomam a vacina. “Porque assim conseguiremos o que se conhece como imunidade de rebanho e teremos uma chance maior de proteger toda a população”, diz Bonorino. No entanto, Dimas Covas disse que o governo de São Paulo deve solicitar o registro à Anvis se o CoronaVac tiver pelo menos 50% de eficácia. A própria Anvisa já indicou que pode aceitar eficácia nesse nível, diante da emergência criada pelo novo coronavírus, contra o qual ainda não há vacina. “No momento a regra mínima é de 50%, mas uma vacina com 40% de eficácia seria muito útil. Isso seria suficiente para reduzir a mortalidade e as internações hospitalares. Se tivéssemos uma vacina com 40% de eficácia, eu seria o primeiro a tomá-la, disse Covas.

A disponibilidade da vacina sairá este ano ainda? Coronavac será disponível este ano?

O governo de SP confirmou que pretende lançar resultados de teste de eficácia até novembro de 2020, dando os primeiros acesso a vacina aos profissionais de saúde em frente a batalha da pandemia do corona tendo a data do inicio até 15 de dezembro.

Para que isto aconteça a previsão e que o Butantan produza as vacinas no máximo até o começo de outubro para a distribuição inicial da mesma visando ter 46 milhões de doses disponíveis do CoronaVac para distribuição e serem aplicadas até dezembro.

Jorge Kalil, diretor do Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração (Incor), considera esse cronograma inviável.

“Mostrar que a vacina é segura não significa nada. Para registrar uma vacina, o mais importante é a eficácia. Você tem que ver se protegeu contra a doença, se aliviava a doença, e você vê que leva tempo ”, diz Kalil.

O imunologista responsável destaca que o foco no estudo do Butantan ainda não conseguiu recrutar todos os 13.000 voluntários esperados para as realizações. Além disso, o governo de São Paulo também informa que apenas 12.000 doses foram usadas até agora, dos 9.000 voluntários que já participam dos testes. Isso significa que a maioria deles ainda não recebeu a segunda das duas doses esperadas da vacina. “Também há muito pouco tempo para o acompanhamento pós-vacinação. Não é aceito em todo o mundo ”, diz Kalil.

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